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Álbum do mês: Division Bell

Álbum do mês: Division Bell

260115
diário, experimento, música
1–2 minutos

Me dei uma experimentação de ano novo, algumas, na verdade, uma delas é a de ouvir um novo álbum por mês. E durante uma conversa com minha filha colocamos um tempero ainda mais interessante nesse experimento, ouvir álbuns lançados no meu ano de nascimento.

Fiz uma lista de álbuns e o álbum do mês foi: Division Bell do Pink Floyd.

Fonte: Wikipedia

O álbum foi lançado em 28 de março de 1994. Não é o álbum mais querido da banda já que foi lançado já com a saída do Roger Waters. Foi escrito grande parte por David Gilmour e por Richard Wright. Teve também a participação da noiva de Gilmour, a romancista Polly Samson, que co-escreveu muitas das letras, que tratam de temas de comunicação. Foi o último álbum de estúdio do Pink Floyd composto por material totalmente novo, e o último gravado com Wright, que faleceu em 2008.

É um álbum com um instrumental maravilhoso, eu particularmente curto. Tem muitas músicas em que o grande show é do instrumental. Isso não é uma surpresa para quem ouve Pink Floyd, mas para quem não é acostumado pode ser estranho.

Ouvi pela primeira vez agora em 2026, no primeiro dia do ano, no carro, indo almoçar na casa da minha família. Estava eu, meu marido, a Lorena e minha sogra, a conversa de fundo não ajudou muito na percepção do instrumental. Por isso, acho que é um tipo de álbum para ouvir concentrado. Existe isso? Talvez sim. No fim, ouvi esse mês ele algumas vezes, muitas vezes, ele inteiro. Sozinha fica melhor, com meu fone de ouvido, trabalhando, no transporte público ou só contemplando mesmo, na minha humilde opinião.

É isso, animada, para os próximos álbuns da minha turnê ❤️

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femascheti
Oi! Eu sou a Fernanda, educadora, pesquisadora e entusiasta de tudo que envolve computação. Busco conexões entre computação, justiça social e uma educação mais significativa. Compartilho ideias que me inquietam, projetos em que estou mergulhada e reflexões sobre como a tecnologia molda (ou desorganiza) a vida. Entre um parágrafo e outro, você pode esbarrar em temas como IA na educação, política pública, o trabalho hoje e no futuro ou divagações sobre o que é possível imaginar quando pensamos fora da caixa. Este espaço é minha tentativa de documentar o que aprendo, o que questiono e o que acredito que ainda podemos construir. Penso falando, falo de muita coisa de forma desordenada. As vezes faz sentido, as vezes não. Esse espaço é uma tentativa de organizar esse caos. Os emojis sou eu mesma que coloco, juro de dedinho que não é IA 🫣

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