Categoria: diário

  • Álbum do mês: Division Bell

    Álbum do mês: Division Bell

    Me dei uma experimentação de ano novo, algumas, na verdade, uma delas é a de ouvir um novo álbum por mês. E durante uma conversa com minha filha colocamos um tempero ainda mais interessante nesse experimento, ouvir álbuns lançados no meu ano de nascimento.

    Fiz uma lista de álbuns e o álbum do mês foi: Division Bell do Pink Floyd.

    Fonte: Wikipedia

    O álbum foi lançado em 28 de março de 1994. Não é o álbum mais querido da banda já que foi lançado já com a saída do Roger Waters. Foi escrito grande parte por David Gilmour e por Richard Wright. Teve também a participação da noiva de Gilmour, a romancista Polly Samson, que co-escreveu muitas das letras, que tratam de temas de comunicação. Foi o último álbum de estúdio do Pink Floyd composto por material totalmente novo, e o último gravado com Wright, que faleceu em 2008.

    É um álbum com um instrumental maravilhoso, eu particularmente curto. Tem muitas músicas em que o grande show é do instrumental. Isso não é uma surpresa para quem ouve Pink Floyd, mas para quem não é acostumado pode ser estranho.

    Ouvi pela primeira vez agora em 2026, no primeiro dia do ano, no carro, indo almoçar na casa da minha família. Estava eu, meu marido, a Lorena e minha sogra, a conversa de fundo não ajudou muito na percepção do instrumental. Por isso, acho que é um tipo de álbum para ouvir concentrado. Existe isso? Talvez sim. No fim, ouvi esse mês ele algumas vezes, muitas vezes, ele inteiro. Sozinha fica melhor, com meu fone de ouvido, trabalhando, no transporte público ou só contemplando mesmo, na minha humilde opinião.

    É isso, animada, para os próximos álbuns da minha turnê ❤️

  • Wunderkammern

    Wunderkammern

    As Wunderkammern, ou “gabinetes de curiosidades”, surgiram durante o Renascimento na Europa como precursoras dos museus modernos. Eram espaços onde colecionadores reuniam uma variedade eclética de objetos raros e exóticos, abrangendo áreas como história natural, arte, arqueologia e etnografia. Essas coleções refletiam o fascínio da época pelo desconhecido e pelo maravilhoso, reunindo itens como fósseis, artefatos culturais, animais empalhados, minerais e obras de arte.

    Essa palavra grande e com significado bem interessante li pela primeira vez no livro Show your Work de Austin Kleon.

    Achei ela muito parecida com o que venho tentando fazer nos últimos meses e que finalmente decidi colocar num espaço para o mundo. Não porque espero muito da opinião das pessoas [que venhamos não leem mais blog], mas porque estava sentindo uma necessidade de colocar para fora muito do que ocupa a minha mente.

    Por que então não fazer desse espaço esse lugar para guardar as mais variadas curiosidades que habitam a minha mente?

    Então vamos juntos nessa jornada?

    Comecei esse dia ouvindo o álbum Pablo Honey do Radiohead. Não sei porque cargas d’água quando disse isso para meu marido ele perguntou “e você está bem?”. Na verdade, eu sei, ou sei mais ou menos. Tem toda uma aura de depressão que paira nessa banda né? Mas eu não ligo. Eu não estava triste quando decidi ouvir, também não fiquei depois de ouvir o álbum inteiro.

    Aliás, esse é um novo costume que ando cultivando, ouvir álbuns inteiros. Igual aquela época que a gente só tinha CD e colocava para tocar até as 12 músicas acabarem.

    Isso me faz me manter no momento presente (o que é bem difícil dada as circunstâncias dessa vida caótica).

    Enquanto ouvia música, me peguei criando artes, paleta de cores, brincando com tamanhos e cores. Isso é uma coisa que amo fazer, fiquei boa parte do tempo arrumando esse site/blog, criando artes no Figjam. Inclusive, percebi que o Figjam anda me limitando trabalhar criativamente.

    Normalmente uso o Figjam para t-u-d-o, se quero desenhar algo rápido, mostrar alguma coisa para alguma pessoa, mostrar como ficaria algo visualmente abro ele para mostrar. Porém, eu sei que tem maneiras de criar páginas dentro dele (uso a versão premium do trabalho para muita coisa), só que no free não é possível. Isso ta me deixando muito desgostosa e triste.

    Não rola criar coisas pessoais na conta da empresa (triste).

    Vou finalizar esse relato de hoje por aqui. Não acho que tem muito mais o que falar. Estou gravando coisas da minha vida a duas semanas, quero editar eles usando o DaVinci Resolve (pela primeira vez). Queria tanto editar vídeos bem que muitas vezes esqueço que para fazer isso preciso editar hihi. Essa escrita está sendo uma forma de procrastinar e colocar ainda mais desculpas.

    Então, no mais… Tchau!